
A
violência protagonizada pelos jovens nas escolas é uma realidade inegável. A sociedade terá que se organizar ativamente contra este fenômeno. A
escola precisa se ajustar nos conteúdos programáticos e aproximar-se mais às crianças. Devido às exigências, as
famílias muitas vezes destituem-se da sua função educativa, delegando-a à escola. No meio de toda esta confusão, estão as crianças, que, atuam conforme aquilo que observam e agem consoante os estímulos do meio.
Desde criança a falta de monitoramento às novas tecnologias que seduzem e permitem a aquisição de novos saberes que instigam a violência. O seu conhecimento vai progredindo através das informações que recebe do meio onde se insere, do meio familiar, do grupos de pares, da escola, dos meios audiovisuais, …
Para combater a violência, a escola tem de analisar a forma como é exercido o seu controle, tem que se organizar pedagogicamente, para conseguir deter a violência não só interior mas também exterior.
A escola sente a violência no seu interior. Numa visão formativa. Torna-se imperiosa uma intervenção educativa, não só dirigida aos jovens mas a todos os cidadãos, pois todos, enquanto sociedade global deveremos ser chamados a intervir para contribuirmos para uma sociedade mais justa e humanizadora.
Grupo 3
Elizete, Natanael e Soraia